As expressões numéricas são construídas através das realidades socioculturais, e o processo de criação de símbolos para imprimir questões matemáticas acompanham a necessidade de cada civilização. Quando os símbolos já inventados são insuficientes para expressar todas as quantidades desejadas, é preciso inventar novos síbolos capazes de abranger essas novas demandas, como cada civilização tem suas especificidades e escassezes, as novas simbologias são atribuídas a alguma matéria já ultilizada no cotidiano desse determinado grupo. Os Romanos por exemplo, precisaram criar novos símbolos porque perdiam muito tempo para escrever números muito grandes, ou porque isso ajudaria na contagem dos soldados do seu exercíto. Além do sistema indo-arábico e do sistema romano, que são os mais utilizados por nós, existem outros sistemas de contagem e numeração expalhados pelo mundo. Vejamos 3 desses...
Esses sistemas, com exceção do sistema egípcio, são posicionais, isso significa que o valor atribuído aos sómbolos podem variar de acordo com a posição que ele oculpa. Os sistemas egípcio e chinês tem uma base decimal, assim como o nosso, e nesse quesito, se diferenciam do babilônico, que apresenta base sexagesimal. Como já foi citado antes, a singularidade apresentada em todos estes sistemas é a ultilização de elementos do cotidiano para representações matemáticas e a repetição ou aglomeração de elementos iguais para expressar novos valores. O entendimento do funcionamento desses sistemas se torna mais fácil a medida que se aprende qual a sua base e o contexto de cada civilização, podendo fazer comparações com o nosso sistema ou abrindo mão do que se está acostumado para facilitar a compreensão do estudo.



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