Cada um teve que entrevistar uma pessoa e depois disso tentar transcrever aquilo que a pessoa entrevistada disse... A parte mais difícil sem nenhuma dúvida. Apesar de já termos feito a entrevista, no momento que tivemos que escutar novamente a gravação para passar as falas para o papel, ficou claro que nós ainda temos muita dificuldade em conseguir realmente escutar o outro, haviam detalhes nas falas de cada pessoa entrevistada que não foram ouvidos pela pessoa que a entrevistou no momento em que acontecia a entrevista, além disso ninguém conseguiu transcrever exatamente o que a pessoa dizia porque há expressões que são muito singulares e não tem palavras exatas para descrever, isso reforça ainda mais a importância que deve ser atibuída ao exercício da escuta que muito pouco é praticado e valorizado, por vários fatores. Ao final, cada um pode paraticar e compartilhar o exercício da ecuta, dizendo um pouco sobre as experiências vivenciadas até o momento no componente e de que forma essas transformaram nossa rotina universitária.
Escuta do outro
Depois de fazer o diário sonoro, foi a vez de praticarmos a escuta.
Cada um teve que entrevistar uma pessoa e depois disso tentar transcrever aquilo que a pessoa entrevistada disse... A parte mais difícil sem nenhuma dúvida. Apesar de já termos feito a entrevista, no momento que tivemos que escutar novamente a gravação para passar as falas para o papel, ficou claro que nós ainda temos muita dificuldade em conseguir realmente escutar o outro, haviam detalhes nas falas de cada pessoa entrevistada que não foram ouvidos pela pessoa que a entrevistou no momento em que acontecia a entrevista, além disso ninguém conseguiu transcrever exatamente o que a pessoa dizia porque há expressões que são muito singulares e não tem palavras exatas para descrever, isso reforça ainda mais a importância que deve ser atibuída ao exercício da escuta que muito pouco é praticado e valorizado, por vários fatores. Ao final, cada um pode paraticar e compartilhar o exercício da ecuta, dizendo um pouco sobre as experiências vivenciadas até o momento no componente e de que forma essas transformaram nossa rotina universitária.
Cada um teve que entrevistar uma pessoa e depois disso tentar transcrever aquilo que a pessoa entrevistada disse... A parte mais difícil sem nenhuma dúvida. Apesar de já termos feito a entrevista, no momento que tivemos que escutar novamente a gravação para passar as falas para o papel, ficou claro que nós ainda temos muita dificuldade em conseguir realmente escutar o outro, haviam detalhes nas falas de cada pessoa entrevistada que não foram ouvidos pela pessoa que a entrevistou no momento em que acontecia a entrevista, além disso ninguém conseguiu transcrever exatamente o que a pessoa dizia porque há expressões que são muito singulares e não tem palavras exatas para descrever, isso reforça ainda mais a importância que deve ser atibuída ao exercício da escuta que muito pouco é praticado e valorizado, por vários fatores. Ao final, cada um pode paraticar e compartilhar o exercício da ecuta, dizendo um pouco sobre as experiências vivenciadas até o momento no componente e de que forma essas transformaram nossa rotina universitária.
Diário sonoro
Perceber os vários ruídos que nos cercam cotidianamente não é tarefa difícil, o diferencial e interessante de fazer o diário sonoro é que ele faz com que a gente preste mais atençao nesses barulhos que estão tão próximos de nós e que passa despercebido algumas vezes por já estarmos acostumados a escutá-los diariamente ou porque os ruídos são tantos que um vai sobrepondo o outro e fica difícil identificar os sons separadamente.
Na construção do diário sonoso, praticamente todos da turma gravaram sons em momentos mais calmos, mas nas gravações que foram feitas na rua, a maioria reconheceu que, além ser difícil identificar os sons separadamente no momento da gravação havia sons que nem se quer foram ouvidos, que só foram percebidos depois de escutar a gravação por várias vezes, prestando bastante atenção no contraste por exemplo entre o barulho irritante dos freios de um transporte coletivo, das conversas paralelas das pessoas, do barulho dos outros carros transitando nas vias e o canto de pássaros.
O estilo de vida adotado pela maioria das pessoas no século XXI por si só já é complicado, as pessoas estão o tempo todo mega ocupadas e praticamente não tem tempo de parar para se alimentarem de forma correta e toda essa correria faz com que as pessoas se sintam muito cansada no final do dia, mas sem se dar conta de que esse acúmulo de ruídos a que estão expostas o dia inteiro, podem influenciar negativamente no seu desempenho. A mistura desses vários sons ou ruídos pode desenvolver uma carga de estresse muito grande e além de todas as outras ocupações ogrigatórias esse pode ser um fator determinate para esse cansaço excessivo, por isso, é preciso sempre que possívell se ditanciar desses ruídos tão irritantes e escutar uma boa música, os sons da natureza, ou praticar o exercício da escuta do outro, que também tem se tornado cada vez mais raro.
Terras, águas, folhas e afins
Desde a ultima postagem até aqui, passamos por muitos "lugares". Depois de viajarmos por várias terras e compartilhar as várias lembranças que cada uma delas trazia para cada um de nós, fizemos uma tour pelo campus em busca do belo aos nossos olhos. Minha escolha foi do pequeno lago que fica entre os dois pavilhões da universidade, um lugar que para mim reflete a tranquilidade, onde me sinto mais próxima à natureza, que de certa forma está um pouco perdida e passa despercebida em meio a tantas paredes e maquinários tecnológicos.
Na aula seguinte tivemos que experimentar alguns cheiros, sons, gostos e descobrir o que era que estávamos experimentando através dos nossos sentidos, mesmo que a gente já soubesse do que se tratava, a intensão era fazer uma descrição mais intuitiva, usando a nossa parte mais sensível. Logo após essa experimentação fizemos uma breve leitura de um texto que fazia justamente essa ligação entre a experimentação por meio dos nossos sentidos e a experimentação para comprovação científica, e nele, o autor deixou claro que, não há como desvincular esses dois saberes, a pesquisa científica precisa antes passar pelo campo sensível do pesquisador.
No dia 10/08 fomos para lugares mais distantes, tivemos que fazer uma dinâmica parecida com a da terra, mas desta vez navegando pelas águas que nos trazia boas lembranças, pensando no valor pessoal que elas carregam e de que forma a comunidade ao seu redor usufruia dos benefícios ofertados por elas e então construir uma bacia hidográfica formada por essas águas.
Na quinta-feira próxima, foi a vez de observarmos algumas folhas e a forma como elas se comportavam ao serem tocadas pelo vento, escolher dentre elas aquela que seria observada com mais atenção e descrever sua forma, seus movimentos ao vento e tentar reproduzir esses movimentos. a atividade extra-classe dessa vez foi pesquisar mais a fundo sobre a folha escolhida, a utilidade dessa, se essa teria alguma propriedade medicinal, estética, alimentícia, entre outras... O mais engraçado foi a tentativa de juntar os movementos de todas as folhas escolhidas por cada um da turma e tentar montar uma encenação para gravar um vídeo.
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