Desde a ultima postagem até aqui, passamos por muitos "lugares". Depois de viajarmos por várias terras e compartilhar as várias lembranças que cada uma delas trazia para cada um de nós, fizemos uma tour pelo campus em busca do belo aos nossos olhos. Minha escolha foi do pequeno lago que fica entre os dois pavilhões da universidade, um lugar que para mim reflete a tranquilidade, onde me sinto mais próxima à natureza, que de certa forma está um pouco perdida e passa despercebida em meio a tantas paredes e maquinários tecnológicos.
Na aula seguinte tivemos que experimentar alguns cheiros, sons, gostos e descobrir o que era que estávamos experimentando através dos nossos sentidos, mesmo que a gente já soubesse do que se tratava, a intensão era fazer uma descrição mais intuitiva, usando a nossa parte mais sensível. Logo após essa experimentação fizemos uma breve leitura de um texto que fazia justamente essa ligação entre a experimentação por meio dos nossos sentidos e a experimentação para comprovação científica, e nele, o autor deixou claro que, não há como desvincular esses dois saberes, a pesquisa científica precisa antes passar pelo campo sensível do pesquisador.
No dia 10/08 fomos para lugares mais distantes, tivemos que fazer uma dinâmica parecida com a da terra, mas desta vez navegando pelas águas que nos trazia boas lembranças, pensando no valor pessoal que elas carregam e de que forma a comunidade ao seu redor usufruia dos benefícios ofertados por elas e então construir uma bacia hidográfica formada por essas águas.
Na quinta-feira próxima, foi a vez de observarmos algumas folhas e a forma como elas se comportavam ao serem tocadas pelo vento, escolher dentre elas aquela que seria observada com mais atenção e descrever sua forma, seus movimentos ao vento e tentar reproduzir esses movimentos. a atividade extra-classe dessa vez foi pesquisar mais a fundo sobre a folha escolhida, a utilidade dessa, se essa teria alguma propriedade medicinal, estética, alimentícia, entre outras... O mais engraçado foi a tentativa de juntar os movementos de todas as folhas escolhidas por cada um da turma e tentar montar uma encenação para gravar um vídeo.







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